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Como manter a segurança da criança mesmo estando longe?

Fonte: Giga Security 

O aumento dos índices de criminalidade no Brasil comprova a iminente necessidade de se proteger. Nesse contexto, manter os filhos a salvo é tudo o que os pais desejam, ainda mais quando precisam ficar longe por conta de extensas jornadas de trabalho.

Para isso, nada melhor do que ensiná-los a agir em sociedade e, ao mesmo tempo, investir em recursos que garantam a proteção em casa. Quer saber como? Então, acompanhe este post e conheça dez medidas que colaboram com a segurança da criança dentro e fora do lar!

Ensine a criança a dizer não

As crianças devem aprender, desde pequenas, a não aceitar nada de estranhos. Para ajudá-las a compreender a importância de dizer não, dê exemplos que têm a ver com seu dia a dia.

Explique que doces oferecidos por desconhecidos podem dar dor de barriga; que, ao irem buscar um suposto presente no carro de alguém, podem ser levadas a força por pessoas más e ficar longe do papai e da mamãe; entre outras situações.

Ensine também a importância de, se preciso, gritarem por socorro, informando a quem se aproximar que a pessoa que os conduz não é o seu pai ou sua mãe.

Por fim, com crianças em idade escolar já é possível ensinar que, sempre que alguém disser que algo é segredo e que não deve ser contado para seus pais, elas devem fazer exatamente o contrário. Trata-se de uma medida útil para evitar assédios.

Explique como se comportar na rua

De acordo com a ONG Criança Segura, menores de dez anos não devem atravessar a rua sozinhos, mas de mãos dadas com um adulto.

Acima dessa idade, cabe aos pais ensiná-los a atravessar somente na faixa de pedestres, após olharem para os dois lados com atenção, e a respeitar os sinais de trânsito.

Fale sobre como proceder caso se perca

Perder uma criança em um espaço público é algo, infelizmente, comum. Por isso, crie maneiras para que seus filhos decorem o telefone e o endereço de casa. A partir dos três anos de idade, eles já conseguem memorizar informações básicas.

Outra medida importante é usar um acessório (colar, pulseira ou mesmo um cartão) com o nome e o contato dos pais. Na hora de vesti-los, tome cuidado para que não se esqueçam de portar a identificação.

Também ensine a, se necessário, procurarem ajuda com outros pais (adultos acompanhados de crianças), com autoridades (pessoas uniformizadas, como seguranças, guardas ou policiais) ou funcionários de lojas, restaurantes e outros estabelecimentos.

Conheça e acompanhe sua rotina

É importante conhecer os horários e acompanhar a rotina das crianças, nem que seja por meio de mensagens de voz, via aplicativos de conversa.

Aos poucos, crie laços de confiança, mostrando que a responsabilidade implica em mais liberdade. Assim, em vez de se sentirem vigiados, seus filhos terão a sensação de segurança e amizade, sabendo que podem contar com os pais para tudo.

De qualquer maneira, vale a pena ativar o serviço de localização por GPS nos smartphones das crianças.

Ensiná-las a usar o botão de pânico, para encaminhar um alerta de emergência a uma central de monitoramento, em caso de sequestro ou acidente, também é importante.

Tome alguns cuidados com a internet

No caso de crianças pequenas, não tem jeito. Os pais devem acompanhar tudo o que elas fazem na internet.

Para isso, podem ativar o controle parental, mecanismo que os permite monitorar e bloquear o acesso a sites, jogos e plataformas de streaming que considerem impróprios, bem como limitar o tempo de navegação.

Oriente sobre como se portar nas redes sociais

Não à toa, a política de uso de cada rede social sugere uma idade mínima para a criação de um perfil. No caso do Facebook e do Instagram, é preciso ter 13 anos; já no WhatsApp, ao menos 16 anos.

A maturidade é necessária para que os jovens consigam reconhecer práticas como o grooming, na qual um adulto finge ter a mesma idade no intuito de se aproximar para, depois, cometer abusos sexuais.

Assim, ainda que todos mereçam respeito à privacidade, os filhos precisam ser bem orientados. Isso significa ensiná-los a:

não aceitar solicitações de amizades de desconhecidos;

não marcar encontros presenciais sem avisar os pais;

nunca compartilhar imagens íntimas e sempre contar quando alguém solicitar esse tipo de conteúdo;

não fornecer senhas para ninguém, exceto os próprios pais;

não fazer compras online sozinhos e sem autorização dos responsáveis;

não baixar programas e arquivos (que podem corromper o computador) sem antes falar com os pais.

Ressalte a importância de ter prudência

Mostre para as crianças quais brinquedos podem ou não ser utilizados. Em playgrounds malcuidados, podem existir superfícies instáveis, partes quebradas, ferrugem, pregos expostos etc.

Explique que se não tomarem cuidado, podem se machucar e precisarão ficar um tempo sem brincar. Aponte, também, quais são os locais certos para brincar: para soltar pipa, não deve haver fios elétricos por perto; para jogar bola, não pode ter tráfego de veículos; para correr, é preciso estar longe de piscinas etc.

Por fim, invista em equipamentos de segurança — principalmente, capacete — para andarem de bicicleta, patins e skate.

Afaste tudo que coloque a segurança da criança em risco

Ainda segundo a ONG Criança Segura, cabe aos pais prevenir a ocorrência de acidentes domésticos. Para isso, basta tomar algumas medidas simples, mas que ajudam a deixar a casa segura. Por exemplo:

no banheiro: medicamentos, produtos de higiene pessoal e itens que ofereçam risco de intoxicação devem ficar trancados, assim como aparelhos eletrônicos e objetos afiados;

no quarto: brinquedos devem respeitar a faixa etária da criança, além de terem o selo do Inmetro;

na cozinha: fósforos e isqueiros devem ser trancados; facas e objetos cortantes, bem como sacos plásticos, também precisam ficar inacessíveis;

na área de serviço: produtos de limpeza também devem ser trancados; bacias e baldes precisam ficar fora de alcance para evitar afogamentos;

no quintal: a piscina deve ser fechada por uma cerca de isolamento e coberta por uma lona resistente; já as plantas tóxicas devem, preferencialmente, ser removidas do jardim;

na sala e pela casa toda: móveis devem receber protetores de quinas, tomadas sem uso devem ser cobertas, escadas precisam de portões no topo e na base, assim como janelas e sacadas necessitam de redes de segurança.

No entanto, não basta trancar ou colocar os objetos proibidos no alto, pois cedo ou tarde a criança dará um jeito de acessá-los. É preciso explicar — com amor e paciência, repetidas vezes — que cada coisa tem uma função e que, usada de modo errado, pode provocar machucados.

Aconselhe sobre o uso das áreas comuns em condomínios

Crianças pequenas não devem ser deixadas sem um adulto em casa. Maiores de dez anos têm mais autonomia e noção de perigo, mas, ainda assim, precisam ser orientadas a nunca abrirem a porta. Por isso, somente os pais devem ter chaves ou controles de acesso.

Quem mora em condomínio fechado pode permitir o acesso (por meio de uma permissão por escrito) dos filhos maiores desacompanhados às áreas comuns, desde que para a prática de esportes e atividades recreativas em locais próprios. Ou seja, nada de frequentarem piscinas, ficarem passeando pelas vias de tráfego ou andando em garagens.

Invista em sistemas de segurança residencial

Com o mercado de segurança residencial cada vez mais completo e acessível, vale a pena investir em um sistema para o monitoramento remoto de câmeras de segurança, por meio do smartphone ou do computador.

Trata-se de uma maneira prática de checar se tudo está bem enquanto os pais estão fora e os filhos se encontram sozinhos. Em caso de problemas, é possível tomar as providências cabíveis imediatamente — inclusive chamar a polícia.

Ter um videoporteiro também vale o investimento, pois o sistema permite que o dono veja quem está chamando e autorize, ou não, a entrada na residência.

Agora que você já conhece diversas maneiras de manter os filhos protegidos, até quando é preciso deixá-los sozinhos, converse bastante, oriente e invista em medidas em prol da segurança da criança, tanto dentro quanto fora de casa. Além disso, fale sobre o assunto com outros pais para ajudá-los e, ao mesmo tempo, ficar por dentro de outras estratégias.

Por fim, se você achou este post interessante, aproveite para compartilhá-lo em suas redes sociais!

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